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sábado, 25 de agosto de 2012

MACÁRIO CORREIA E A PERDA DE MANDATO - Quem escreveu o enredo?

                                                                       por J. Semedo Ferreira
Tendo em vista notícias e comentários surgidos ao longo destes últimos tempos, há quem, por divergência partidária ou pessoal, se sinta satisfeito com as decisões jurídico-administrativas que parecem querer empurrar o autarca de Faro, Macário Correia, para eventual perca de mandato.
Deveremos contudo apreciar a proporcionalidade da decisão relativamente aos ditos atropelos ao PDM (em Tavira) de cujo mandato o visado já nem é titular vai para três anos.
Não tenho procuração ou interesse, nem me considero seguidista de qualquer política ou de qualquer personalidade, e muito menos do antigo Presidente da CM de Tavira.
Mas tenho de reconhecer que por ele foi dado um “pontapé para a frente” no desenvolvimento de Tavira. E que a sua forma de trabalhar, o exemplo no cumprimento de horários, a sequência e eficácia dos despachos, na exigência para com dirigentes e funcionários municipais, gerou mais-valias de funcionamento na autarquia tavirense.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

AS BANDEIRAS NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS


                                                                          Por Lopes Sabino
Os diversos Serviços Públicos já pouco ligam à colocação do símbolo nacional nos seus edifícios. E é pena.
Há domingos em que a bandeira prima pela ausência. Noutros fins-de-semana aparece à sexta feira e só sai à segunda. Será que a excepção passou a ser a regra e a regra adquiriu o estatuto da excepção?
O edifício municipal de Tavira também sofre dessa variável.
A muita gente pouco importa tal prática. Porque à bandeira  portuguesa, já não se dão as honras de antigamente. Fruto das teorias que acabaram com um certo orgulho em tudo o que se designava por “nacional”, na culposa intencionalidade de políticos, canhotos na opção e adversos do interesse luso, em favor de um internacionalismo que há muito faliu e deu mesmo “para o torto”.

DOIS CASOS DE SOBREVIVÊNCIA


por:Ambrósio Antunes
A vida é fértil em nos dar a conhecer casos de sobrevivência nos mais diversos sectores do quotidiano.
E o Correio da Manhã de hoje traz-nos, lado a lado, duas dessas curiosas motivações, de quem luta por qualquer coisa e sobrevive a tudo, quer seja a vida, a manutenção do poder, ou a conservação de algum bom “tacho”.
No primeiro caso, a inteligência do burro “Carocho” de Alcaria Fria, na Serra de Tavira, que no dizer do seu dono, o sr. Manuel da Palma é um “asno” esperto, pois já sobreviveu, por meios próprios, a dois incêndios: em 2004 e agora em Junho último.
O “Carocho”, assim que vê as crinas a arder, abala serra fora e sobrevive graças à sua manha de burro inteligente.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

EM LUGAR DE "VOLTA A PORTUGAL" POR QUE NÃO LHE CHAMAM "PRÉMIO CICLISTA DO NORTE"

 


de: Raul Viegas
O Algarve é, uma vez mais, humilhado com a realização dessa prova de ciclismo a que chamam ridiculamente "Volta a Portugal".
Uma região que à modalidade da velocipedia, desde os primórdios da sua prática, tem sempre dito presente, e que já em 1927, quando da primeira edição da "Volta" esteve presente com João Bicker representante do Portimonense, que terminou a grande competição em 17º lugar, tem sido nos últimos anos privado da presença da grande festa do ciclismo.


sábado, 11 de agosto de 2012

TAVIRA E A ILHA, mudar este estado de coisas...


                                                                     por Prudêncio Matias
Tavira passa por ser uma terra turística.
E é! Não tem o glamour de Albufeira, Vale de Lobo ou Vilamoura, nem a confusão que ali se instala em Julho e Agosto, mormente pela transferência, desde Lisboa e arredores, de todo o “bicho careto” com pretensões ao “top-ten” do jet-set.
Uma vista da Ilha, Barra e parte das Quatro Águas
No Verão, Tavira tem já uma vida própria alimentada pelas estâncias turísticas em redor, “comandadas” pela qualidade da sua Ilha, nas diversas versões de Cabanas, Ilha/Mar, Terra Estreita ou Barril. 
Um brilhantismo que lhe é dado pelas suas qualidades intrínsecas e não pelas melhorias de acessos e condições adjacentes em que ninguém pensa, mas que são necessárias.

DESPORTO TAVIRENSE EM VIAS DE FALÊNCIA...


por: Raul Viegas
Que política desportiva e cultural tem a Câmara de Tavira para, de futuro, oferecer aos tavirenses, sobretudo à juventude?
É evidente que a distribuição dos subsídios anuais, que há muito eram atribuídos às dezenas de associações, algumas delas de duvidosa legalidade, já sofreu em 2011 reduções significativas e foram entregues com atrasos consideráveis.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

VIDA NOCTURNA EM TAVIRA DESESPERA OS TAVIRENSES PERANTE A PASSIVIDADE DAS AUTORIDADES

por: Orlando Lima
A taróloga Maya deixou a actividade mediática do mundo esotérico de ler as cartas que adivinham e dedicou-se à actividade empresarial da noite.
E como não podia deixar de ser veio parar ao Algarve, terra de “patos bravos”. E, após deambular pela Manta Rôta, este ano assentou arraiais em Tavira, rebaptizando uma discoteca aqui existente, com o nome de Wonderful, aberta até às 6 horas da manhã, altura em que muitos pacíficos tavirenses se levantam para ir trabalhar.
Só que, desde que abriu a “Wonderful Beach Club” da taróloga Maya, um ruidoso barulho se espalha todas as noites pela cidade e que se ouve com tal intensidade que até o Sol vem espreitar os noctívagos barulhentos.