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domingo, 2 de setembro de 2012

MUDAR A DESIGNAÇÃO DAS NOSSAS TERRAS...OU A FALTA DE CONHECIMENTOS ADEQUADOS?



                                                          Por Lopes Sabino
Foi publicada no Correio da Manhã de 30 de Agosto último e vem demonstrar o pouco cuidado com que o jornalismo, falado ou escrito, é exercido.
A deturpação dos nomes de cidades, vilas ou pequenas localidades é ideia de jornalistas com pouca formação e muito menor conhecimento do País e das raízes etimológicas que envolvem esses locais.
Basta que um deles solte a asneira numa rádio, em televisão ou num jornal, para rapidamente ser adoptada pelos colegas de profissão. E – muito mais grave - adoptada sem mais nem menos pelas autarquias, pela sinalética nas estradas, pelos documentos oficiais.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

As "amplas liberdades", a RTP e a "pouca vergonha"...


                                                            Por Prudêncio Matias
Os leitores recordam-se do termo amplas liberdades, que servia de bandeira a várias forças políticas (ditas) de esquerda?
Certamente que sim. Mas também se recordam que se tratava de um emblema que não correspondia a qualquer realidade, já que os países onde imperam os ideólogos das tais “amplas liberdades” não permitem qualquer liberdade à massa populacional. Olhai para a Coreia do Norte, China, Cuba, Angola e alguns outros por esse mundo fora.
E reparai que as “amplas liberdades” são apenas para a minoria que compõe a “Nomenklatura”. Eles, sim! Eles, os dirigentes, enquanto no poleiro, têm a ampla liberdade de cercear as liberdades alheias em autêntico estado policial, prisões sem julgamento, eleições (quando as há) falsificadas, impedimentos ao seu exercício ou inexistência de partidos políticos, combate ao livre-pensamento, apoiado em divulgação ideológica parcial, através de órgãos de comunicação social estatais, portanto de sentido único.
A comunicação social pertença do Estado é um erro e sempre um risco se cair nas mãos de governantes sem escrúpulos.

sábado, 25 de agosto de 2012

MACÁRIO CORREIA E A PERDA DE MANDATO - Quem escreveu o enredo?

                                                                       por J. Semedo Ferreira
Tendo em vista notícias e comentários surgidos ao longo destes últimos tempos, há quem, por divergência partidária ou pessoal, se sinta satisfeito com as decisões jurídico-administrativas que parecem querer empurrar o autarca de Faro, Macário Correia, para eventual perca de mandato.
Deveremos contudo apreciar a proporcionalidade da decisão relativamente aos ditos atropelos ao PDM (em Tavira) de cujo mandato o visado já nem é titular vai para três anos.
Não tenho procuração ou interesse, nem me considero seguidista de qualquer política ou de qualquer personalidade, e muito menos do antigo Presidente da CM de Tavira.
Mas tenho de reconhecer que por ele foi dado um “pontapé para a frente” no desenvolvimento de Tavira. E que a sua forma de trabalhar, o exemplo no cumprimento de horários, a sequência e eficácia dos despachos, na exigência para com dirigentes e funcionários municipais, gerou mais-valias de funcionamento na autarquia tavirense.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

AS BANDEIRAS NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS


                                                                          Por Lopes Sabino
Os diversos Serviços Públicos já pouco ligam à colocação do símbolo nacional nos seus edifícios. E é pena.
Há domingos em que a bandeira prima pela ausência. Noutros fins-de-semana aparece à sexta feira e só sai à segunda. Será que a excepção passou a ser a regra e a regra adquiriu o estatuto da excepção?
O edifício municipal de Tavira também sofre dessa variável.
A muita gente pouco importa tal prática. Porque à bandeira  portuguesa, já não se dão as honras de antigamente. Fruto das teorias que acabaram com um certo orgulho em tudo o que se designava por “nacional”, na culposa intencionalidade de políticos, canhotos na opção e adversos do interesse luso, em favor de um internacionalismo que há muito faliu e deu mesmo “para o torto”.

DOIS CASOS DE SOBREVIVÊNCIA


por:Ambrósio Antunes
A vida é fértil em nos dar a conhecer casos de sobrevivência nos mais diversos sectores do quotidiano.
E o Correio da Manhã de hoje traz-nos, lado a lado, duas dessas curiosas motivações, de quem luta por qualquer coisa e sobrevive a tudo, quer seja a vida, a manutenção do poder, ou a conservação de algum bom “tacho”.
No primeiro caso, a inteligência do burro “Carocho” de Alcaria Fria, na Serra de Tavira, que no dizer do seu dono, o sr. Manuel da Palma é um “asno” esperto, pois já sobreviveu, por meios próprios, a dois incêndios: em 2004 e agora em Junho último.
O “Carocho”, assim que vê as crinas a arder, abala serra fora e sobrevive graças à sua manha de burro inteligente.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

EM LUGAR DE "VOLTA A PORTUGAL" POR QUE NÃO LHE CHAMAM "PRÉMIO CICLISTA DO NORTE"

 


de: Raul Viegas
O Algarve é, uma vez mais, humilhado com a realização dessa prova de ciclismo a que chamam ridiculamente "Volta a Portugal".
Uma região que à modalidade da velocipedia, desde os primórdios da sua prática, tem sempre dito presente, e que já em 1927, quando da primeira edição da "Volta" esteve presente com João Bicker representante do Portimonense, que terminou a grande competição em 17º lugar, tem sido nos últimos anos privado da presença da grande festa do ciclismo.


sábado, 11 de agosto de 2012

TAVIRA E A ILHA, mudar este estado de coisas...


                                                                     por Prudêncio Matias
Tavira passa por ser uma terra turística.
E é! Não tem o glamour de Albufeira, Vale de Lobo ou Vilamoura, nem a confusão que ali se instala em Julho e Agosto, mormente pela transferência, desde Lisboa e arredores, de todo o “bicho careto” com pretensões ao “top-ten” do jet-set.
Uma vista da Ilha, Barra e parte das Quatro Águas
No Verão, Tavira tem já uma vida própria alimentada pelas estâncias turísticas em redor, “comandadas” pela qualidade da sua Ilha, nas diversas versões de Cabanas, Ilha/Mar, Terra Estreita ou Barril. 
Um brilhantismo que lhe é dado pelas suas qualidades intrínsecas e não pelas melhorias de acessos e condições adjacentes em que ninguém pensa, mas que são necessárias.