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sábado, 10 de agosto de 2013

A Legislação autárquica ...muito perto da bagunça legal

                                                                  Por Prudêncio Matias

O processo Macário Correia foi para o impedir
de continuar em Faro?
Em relação a Macário Correia, ainda estou sem perceber a razão da perda do mandato na C.M. de Faro, de que aliás o visado recorreu, mais uma vez, para tentar a clarificação decisória.
Poderemos interrogarmo-nos quanto ao dimensionamento e até desproporção da pena aplicada, após as duas primeiras instâncias terem dado razão ao conhecido autarca.
Muitos acharão que os insistentes recursos que não largaram o processo até à decisão contrária a MC, poderiam merecer o rótulo de uma conotação política, o que seria lamentável de acontecer. Outros pensarão que andou ali dedo do próprio partido, uma vez que Macário, no seu percurso autárquico em Tavira e depois em Faro, não se pendurou no PSD, antes o hostilizando, se preciso fosse, sempre que estivessem em causa interesses locais ou regionais.
Esse não alinhamento, se lhe deu prestígio como autarca, acabou por tramá-lo no jogo político de bastidores, sabido que os partidos não gostam de gente independente e que não siga os interesses do grupo.
*

CÂMARA EM "GUERRA" COM O GINÁSIO



Há muito que se previa um estado de “guerra” entre o Ginásio Clube de Tavira e a Câmara Municipal local.

O desprezo pelo compromisso assumido há alguns anos por parte da Câmara presidida por Macário Correia, de um protocolo em que o Clube tavirense cedeu o seu campo de jogos para utilização dos outros clubes do concelho, a troco da promessa de obras no referido recinto e respectiva conservação, tem vindo a acentuar-se pela indiferença e falta de sensibilidade, por parte da actual Câmara  socialista no cumprimento das suas obrigações documentais.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

CICLISTAS TAVIRENSES NA VOLTA A PORTUGAL


Aquela "coridinha" a que chamam 75ª Volta a Portugal em Bicicleta começou no Bombarral e durante 8 dias vai dar umas voltinhas pelo Portugal virtual, que é o norte do país, à qual está confinada.
Por isso há que considerar que para além das equipas estrangeiras anunciadas concorrem mais duas: a do Louletano e uma outra que dizem para aí que é de Tavira, chamada Banco Bic Carmim.
A propósito desta pseudo equipa de Tavira, que parece representar um Banco angolano, propriedade da milionária filha do Eduardo dos Santos, os tavirenses têm o direito de saber:
 
 " QUANTO FOI O SUBSÍDIO QUE A CÂMARA DE TAVIRA DEU A ESTES "PSEUDO" CICLISTAS PROFISSIONAIS, QUANDO ANDA A CORTAR NOS MAGROS SUBSÍDIOS DOS CLUBES DA TERRA, QUE NÃO TÊM DINHEIRO PARA FAZER AS INSCRIÇÕES, NAS ASSOCIAÇÕES, DOS JOVENS ATLETAS NATIVOS?
 
Mais uma desta Câmara, que quer o voto dos tavirenses para mais quatro anos... Para isto!... 
 
Assis Pacheco

terça-feira, 6 de agosto de 2013

TAVIRA CONDENADA A SER O CONCELHO MAIS MAL ADMINISTRADO DO PAÍS


TAVIRA CONDENADA A SER

O CONCELHO MAIS MAL ADMINISTRADO

DO PAÍS



As eleições estão à porta…

E as perspectivas para futuras eleições são tão pessimistas que a Tavira reserva-se o futuro de se ver confrontada com mais 4 anos de inercia, incompetência e compadrio caseiro, de gente que não tem o mais pequeno sentido do que é uma administração autárquica.

A razão destas afirmações é fácil ser compreendida pelos tavirenses se ponderarem nas seguintes questões:

sexta-feira, 22 de março de 2013

ESTOU INDIGNADO !


Por Lopes Sabino

Estou indignado com a “Associação dos Indignados” promovida por cavalheiros que esfolam mensalmente 50 mil euros ou mais e que protestam contra uma taxa que lhes pretende tirar alguns cobres. Mesmo assim, ainda ficam ricamente abastecidos...
Estou indignado com o Gasparinho que não encontrou ainda a fórmula de acertar com as previsões que faz e parece preferir sempre ir buscar aos mais fracos os fundos necessários para equilibrar o défice…
A causa maior da minha indignação
Estou indignado com o Governo que não parece ter força para dar uma verdadeira “coça” às Fundações, ao excesso de mordomias aos antigos P.R.’s, aos benefícios na aposentação dos políticos (obrigando-os por exemplo, a continuarem a descontar até aos mesmos 36 anos que a maioria dos aposentados descontou)…
Estou indignado com o Conselho de Ministros que ainda não acabou com Institutos, Observatórios, Entidades Reguladores, Comissões Liquidatárias e outra série interminável de inúteis organismos que duplicam competências e cujos dirigentes e funcionários escapam às regras e tabelas remuneratórias da função pública…

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

INSTITUTOS & COMPANHIA


Por J.Semedo Ferreira
Continuo sem descobrir qualquer tipo de coerência naqueles que se dizem ser os melhores entre os portugueses, só porque sobre eles recaiu a responsabilidade de representarem os cerca de 10 milhões dos seus concidadãos.
O interesse, com que nos aparecem, é o do seu partido. Também da sua própria bolsa. Também o interesse do seu grupo familiar ou afim.
Ninguém está isento de culpas pela situação que o País enfrenta.
Repare-se neste caso. De há dez ou quinze anos para trás, começaram a nascer, como cogumelos, Institutos, Entidades Reguladoras, Fundações, Observatórios, Comissões e sabe-se-lá que demais iniciativas similares.
Iniciativas que avocaram grande parte das funções das anteriores estruturas do Estado, assim como as taxas decorrentes das actividades que elas geriam.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O ORÇAMENTO/2013, OS IMPOSTOS ... E TAVIRA


      por Prudêncio Matias
Os ânimos andam alvoroçados por esse País fora. E o caso não é para menos, dado o exagero dos impostos em geral e dos cortes em pensões de reforma ou de aposentação.

Televisões, as tribunas
dos "fala-barato"
Estou com todos aqueles que têm baixos rendimentos e a quem, de sobremaneira, afecta hoje e afectará no futuro a execução orçamental do Estado.
Mas não posso estar com aquelas figuras importantes que não dão soluções, mas que a toda a hora debitam as suas lamurias acerca do  futuro próximo da bolsa dos portugueses. É que a maior parte desses “profetas da desgraça”, Professor Marcelo incluído, são senhores de muitos empregos ou de muitas benesses, a que acrescem os comentários pagos a “peso de oiro”, nos diversos órgãos de comunicação social.
Queixam-se de “barriga cheia”, mas eles, que acumulam funções e vencimentos, não abdicam dos cargos de comentadores, a favor de outros, entre os milhares de desempregados que por aí temos, alguns bem qualificados.
Para eles, qual é a alternativa?
Suspender os empréstimos externos? Sair do euro? Não pagar a dívida?
Quem pagaria aos senhores deputados, aos sindicalistas que não trabalham, aos pensionistas, aos reformados? Quem suportaria as frequentes greves e os prejuízos dos transportes públicos? Quem alimentaria essa incontrolada máquina despesista do Estado?