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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

EMPET?????????

EMPET - A falência que todos nós pagamos

As Câmaras vão este ano sofrer um corte no Orçamento do Estado.

A Câmara de Tavira clama que não tem dinheiro para obras, que lhe deixaram grandes dívidas, et. etc.
No entanto tem dinheiro para alimentar a EMPET, uma empresa municipal, falida, mal gerida, sem o mais pequeno interesse, e que vive à custa dos impostos que os tavirenses pagam...

Quando terminará esta bagunçada?


Silva Reis

terça-feira, 7 de outubro de 2014

REI MORTO..... REI POSTO.....

                                                                                       Luis Silva

O Tó Zé foi despedido, e o Tó Costa saiu da penumbra (qual D. Sebastião de pacotilha), com uma entrada de leão...... “ este é o primeiro dia, do último dia do Governo”....... liiiiindo, maravilhoso, uma verdadeira pérola, que remate....

Ah, como nos fazia falta esta coragem, esta determinação,  esta liderança inquestionada e inquestionável (não fixei bem a diferença entre as votações nos Tós, ou TóTós, foi grande, não foi ? Foi uma vitória clarissima, não foi ? Eu diria mesmo retumbante), o homem é uma “fera” (o leão de Goa....), só espero que não tenha saídas de cendeiro, o que para o nosso querido país seria um desastre, como podem imaginar, pois ficaríamos mais uma vez nas mãos destes energúmenos (Governo), que pegaram numa economia florescente, com um Estado Social em velocidade de cruzeiro, e que afundaram o país, arrastando-o para um total descrédito internacional.

Cambada de inúteis e incompetentes, lá tem de vir de novo a “nação socialista”, salvar a Pátria, agora superiormente encabeçada e dirigida pelo Tó Costa, que há uns largos anos atrás, era considerado pelo PS (Patriarca Socialista, o Mário) um excelente rapaz e óptimo servidor de bicas nas reuniões magnas do directório, republicano, socialista e laico, verdadeira vanguarda intelectual deste país de gente estúpida e analfabeta.

Imaginem que a “fera” não ganha as eleições, o que segundo, a lidima representante da nossa mais elevada classe cultural, a maravilhosa Helena (a Roseta), é algo impossível de acontecer, mas imaginem, já viram os nomes e classificações que a este pobre povo seriam atribuídas, por essa classe cultural, tão característica da esquerda republicana, socialista e laica ?

Posso adivinhar. Povo inculto, iletrado, manipulado, enfim umas bestas, que não vêm e não acarinham quem os defende, claro que gastando o dinheiro dos outros, enquanto ele exista, a caminho do socialismo...... não valorizam o excelente trabalho em prol da economia Nacional, e do Estado Social, por eles conduzido na primeira década deste século XXI. Ingratos.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

domingo, 28 de setembro de 2014

Tavira e o seu Quartel

Tavira e o seu Quartel
                                                                        Prudêncio Matias
Durante muitos e muitos anos, Tavira foi sede de regimentos militares, na perspectiva de que a independência do País se garantia na defesa das suas fronteiras terrestres e marítimas. E nos vários episódios que a História nos conta, foi isso que aconteceu.

Agora, que estamos numa de pensar que serão os outros (europeus, americanos ou, se calhar australianos) a defender a nossa independência contra qualquer invasão, não parece bem assim.

Invasão, diga-se, a propriamente dita. Porque quanto às outras invasões – da pouca vergonha, da criminalidade, ou de outra qualquer das ondas que estão em voga por esse mundo fora – não existe alerta que chegue nem contenção que garanta a manutenção dos nossos hábitos, das tradições e da maneira de ser do portuguesinho.

Chega de conversa “fiada”. Onde queríamos chegar, é apenas ao facto de o nosso poder militar se ter ido por-água-abaixo. Novos Navios ou novos aviões que assegurem, integralmente, o nosso poder sobre a Zona Económica Exclusiva (ZEE) de Portugal, foram preteridos a favor de um nebuloso negócio de submarinos que nunca mais aparecem (estarão submersos?), nem sei que missão, um dia longínquo, virão a desempenhar sem largos custos.

Essa falta de conhecimento é por certo deficiência minha, já que não tenho no meu currículo qualquer passagem pelas fileiras militares. Do que tenho alguma pena. Mas o avaliar da evidência de certos não-procedimentos – julgo eu – não depende só da especialização de cada um. Depende muito da nossa percepção como português e como interessados em tudo quanto, no âmbito da coisa pública, se vai desenrolando em nosso redor.  
Por isso, e na sequência da ideia inicialmente exposta, lembramos que Tavira, sede de prestigiadas unidades militares em toda a sua história, acaba de perder, e desta feita parece de vez, o Regimento de Infantaria - RI/1 - que durante os últimos anos trouxe a esta cidade uma nova dinâmica.

Embora o efectivo ficasse aquém da capacidade instalada, a sua existência, além de dar vida ao excelente Quartel da Atalaia – um dos melhores do País – qualificava a cidade de Tavira e fortificava a nossa sensação, embora mínima, de que o Algarve estaria, pelo menos nalguma logística, com um instrumento de defesa imediata contra qualquer ataque em forma convencional.
-o-o-o-

terça-feira, 23 de setembro de 2014

QUEBRAR O SILÊNCIO.... PELA NOSSA TERRA

                                                                                                                                             Luis Silva
Tenho estado em silêncio há mais de um ano acreditando que tudo estará bem na nossa terra, pois parece que há pouco dinheiro, mas o mesmo não falta para muitas festas, diria mesmo festanças. Monta palco, desmonta palco, monta tendas, desmonta tendas, dá-lhe fados, dá-lhe bandas, etc., etc. etc.

Os nossos autarcas sabem-na toda, terão aprendido com quem ? O povo quer é festas, e o resto é paisagem, quais ruas esburacadas, quais empresas falidas, qual quê ?

O "nosso" simpático Presidente da Camara passará, ou terá passado, pergunto eu, nos últimos anos na Rua José Pires Padinha ? Se passou e a rua continua no estado miserável em que se encontra, é porque o referido senhor estará a fazer de propósito, pois a outra hipótese é a de ser incompetente, o que eu não quero acreditar, pois ele é espertalhaço, e nós uma cambada de parvos.

Não há dinheiro..... há que pagar as dividas...... parece que é a prestações que se pagam, e a rua ? A José Pires Padinha, entre muitas outras ruas esburacadas desta pobre terra que tais filhos tem? Não poderia ser requalificada por troços ? 

Claro que podia, mas o Senhor Presidente não o fará, porque primeiro há que alegrar o povo, o que 
é fundamental, e quando se aproximarem as eleições logo se irá fazer a obra que garanta levar mais uma vez esta alegre população ao engano, estes papalvos que vão papando umas dietas mediterrânicas, teatros de rua de elevada qualidade cultural, que ninguém consegue entender a respectiva "mensagem", e muitas outras alegres realizações do nosso muito simpático autarca.

De repente parece que as obras irão começar, as da Rua José Pires Padinha. Será ? Ou o nosso simpático líder estará com mais alguma ideia maquiavélica na cabeça ? Ter-lhe-á cheirado que eventuais ventos de mudança a nível Nacional lhe poderiam dar a hipótese de migrar para os corredores do poder em Lisboa ? Bem, fazer alguma obra localmente poderá dar-lhe alguma ajudinha, mostrando a sua capacidade, competência e iniciativa, recomendando a sua figura para mais altos voos.

Vamos ver o que acontece, pois parece que a barlavento a Isilda Gomes, não vai querer,e tudo está a fazer para não ficar nas covas, só não é, é tão simpática. Isto realmente está bonito..... muito bonito.      

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

TAVIRA, Continuidade de quê?

 Por Lopes Sabino
Entre os slogan’s que ilustram os cartazes da pré-campanha já instalados nos locais estratégicos, ressalta aquele em que o candidato do PS, Jorge Botelho anuncia pomposa CONTINUIDADE…
O nosso pensamento interroga-se quanto a esse tipo de promessa.
Esta continuidade será o quê?:
 - Será o prolongamento do “far-niente” que se instalou na atividade municipal?
- O permanente adiar de toda e qualquer solução sob o álibi da ausência verbas?
- Ou a falta de estratégia que vai dificultando, ou mesmo contrariando, alguns  projetos, aqueles que não interessam a certos grupos, na fundamentalista desculpa de "zona histórica, mesmo que visem a melhoria do degradado parque urbanístico?
- Ou será o silêncio do executivo municipal quando questionado sobre qualquer situação, seja de natureza pública ou de natureza privada? 
- Em vez da sua drástica diminuição, por desnecessária, será ainda a continuidade da criação de lugares dirigentes para os amigos, conhecidos e camaradas de partido?
Difícil, portanto, de perceber, que continuidade prevê o candidato estabelecer para os seus desejados quatro anos de mandato.
Se o Executivo que se propõe liderar está focado no repetir a sua atuação cinzenta do ser e não ser, do prometer e não cumprir, do não responder para não comprometer,  ou do adiar eternamente o salto para fora da rotina gestionária , será melhor que não alimente as suas certezas de vitória, conforme a afirmação já usada de que essa “está no papo” . Terão por certo esquecido de que os melhores prognósticos são os feitos no final do jogo...
Tavira precisa de um novo alento. De uma alma diferente. De um Presidente que, sem se acomodar, se bata por causas importantes.
- Como a intransigente defesa dos interesses do Município, doa a quem doer.
A Ilha de Tavira, a jóia turística com cujo acesso ninguém se preocupa
- O equilíbrio urbanístico e superação dos pontos negros da circulação citadina e concelhia.
- A luta pelo porto de pesca com a consequente procura de local para um porto de recreio
- O reforço do turismo de verão centrado num eficaz acesso à Ilha.
- A aposta cultural apoiada no património estrutural.
- O apoio ao comércio local.
- O fomento do desporto não ligado a profissionalismos que sorvem exagerados recursos municipais.
- Ou ainda a pronta resposta dos serviços camarários às solicitações dos munícipes, além de  iniciativas que melhorem uma boa relação poder/cidadãos.
Das duas, uma.
Ou se trata apenas de retórica, com ilusórias intenções sobre a esperança de cada um. 
Ou, se por outro lado, a continuidade é relativa a mais do mesmo, melhor será esquecer. A confirmar, infelizmente, a ideia exposta vai para uns quinze dias, neste local, sobre mais quatro anos em branco.
E já agora, anoto, ou pelo menos me interrogo sobre o que, nestes quatro anos, a oposição local andou a fazer, para nunca se ter notado qualquer sinal de que esteve em desacordo com a atuação executiva.
Será que as listas alternativas também prometem continuidade?
Então, Tavira estará tramada!

domingo, 25 de agosto de 2013

EMPET


EMPET

UMA EMPRESA MUNICIPAL

EM FALÊNCIA ?????????

 

Esta Câmara Municipal de Tavira anda de cabeça perdida…

Como é que sustenta uma empresa municipal que, não tendo receitas, gasta “milhões” num investimento que nada cria para o concelho…

… e até faz publicidade na 1ª Página do “Correio da Manhã”, com o anúncio que reproduzimos.

Há que exigir da Câmara uma clarificação sobre esta empresa, cujo futuro só poderá ser a falência.

Assim o exige todo o bom tavirense.