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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

As "amplas liberdades", a RTP e a "pouca vergonha"...


                                                            Por Prudêncio Matias
Os leitores recordam-se do termo amplas liberdades, que servia de bandeira a várias forças políticas (ditas) de esquerda?
Certamente que sim. Mas também se recordam que se tratava de um emblema que não correspondia a qualquer realidade, já que os países onde imperam os ideólogos das tais “amplas liberdades” não permitem qualquer liberdade à massa populacional. Olhai para a Coreia do Norte, China, Cuba, Angola e alguns outros por esse mundo fora.
E reparai que as “amplas liberdades” são apenas para a minoria que compõe a “Nomenklatura”. Eles, sim! Eles, os dirigentes, enquanto no poleiro, têm a ampla liberdade de cercear as liberdades alheias em autêntico estado policial, prisões sem julgamento, eleições (quando as há) falsificadas, impedimentos ao seu exercício ou inexistência de partidos políticos, combate ao livre-pensamento, apoiado em divulgação ideológica parcial, através de órgãos de comunicação social estatais, portanto de sentido único.
A comunicação social pertença do Estado é um erro e sempre um risco se cair nas mãos de governantes sem escrúpulos.