Ao escrever esta crónica, eu,
assim como todos os singulares portugueses que a leiam, não poderão deixar de
sentir uma frustração tão grande, que os levará a perguntar:
“Afinal em que país vivemos?”
Qual a diferença que hoje faz
Portugal, após ter acabado com uma monarquia de sete séculos, que deu lugar a uma
república anárquica que nos envolveu em continuas guerras partidárias e nos atirou
para a 1ª Grande Guerra Mundial, para depois enfrentarmos um período
ditatorial, que nos fez passar privações com a contrapartida de nos livrar de
uma 2ª Guerra Mundial, e que acabou com
a oferta, em 25 de Abril de 1974, de uma “democracia” podre, geradora de
violentos, violadores, drogados e corruptos, “brilhantes” agentes de uma
sociedade que nos fez cair na cauda da Europa.Para hoje todos falarem de crise,
de austeridade, privações, fome e miséria…, governantes a pedirem cada vez mais
sacrifícios… lideres da oposição a exigirem aquilo que eles nem sabem o quê!...
sindicalistas a incitarem à violência e
à revolta das “massas”, para justificarem o seu bem estar de lideres
controladores e defensores do seu “bolo” salarial.